De tempos em tempos – cada dia com mais frequência – trava-se uma guerra nas redes sociais pra ver quem tem mais razão, quem é mais bonzinho, quem lacra mais e daí por diante. O tema da semana foi a greve geral e o Petit Comitê fala disso. Por que já passou da hora desse tipo de briga nas redes parar, por que é fundamental ouvirmos o próximo com calma e tentarmos chegar a um denominador comum e por que este tipo de polarização só ajuda a dar força pra quem segue querendo enrolar o povo pra manter a boquinha no governo.

13 Comentários

  1. Joana Mendonça

    Julia de onde é esse suéter maravigold é esse colar Cleópatra?.responde prfvr.

  2. Muito sensata sua abordagem da greve, Júlia! É importante ler nas entrelinhas dos discursos que circulam por aí, inclusive de algumas mídias. Parabéns!

  3. Julia, você pode indicar alguns desses especialistas que estão escrevendo artigos explicando sobre as reforças? Obrigada bj

  4. Julia, nao teve passo a passo ontem de novo, buaaaaaa!
    Vai entrar um amanhã??? Kkkk

  5. Achei bastante sensata sua posição. Este tipo de discussão tem que ser ampliada e viabilizada em outros meios. Infelizmente, aonde alguns (não todos!) sindicatos pecam ao querer impor uma certa “conscientização” aos trabalhadores, temos que também ser críticos o suficiente e capazes de enxergar que boa parte da mídia deste país está longe de ser isenta e segue influenciando massivamente as opiniões alheias, a fim de formar uma “consciência” acrítica nos cidadãos.

  6. Assistontodos e amo seus poisicionamentosn, mas deveria ter créditos de suas roupas! Sao mt lindas!!!

  7. Ju, gostei bastante do Petit Comite, como sempre, pois acho importante não assumirmos papeis radicais independente da nossa visão.
    Confesso que as vezes é muito dificil pois quando alguém te aborda de uma forma agressiva e radical, muitas vezes você tende a ser mais inflexível para conversar com alguém que pareceu não te respeitar desde o inicio da conversa né? E de fato isso é muito ruim. Mas de qualquer forma, acho que é dificil mantermos diálogos e mais diálogos sendo que efetivamente, como população, basicamente não estamos fazendo muita coisa para negociarmos termos da reforma trabalhista ou da previdência. O problema é que algo precisa ser feito e os que defendem que sim, não consideram que algumas mudanças podem ser muito ruins, e os que vão contra são contra tudo inclusive alguns termos justíssimos como o de tirar a obrigatoriedade no imposto sindical. Ninguém quer negociar e a gente vê o pessoal se matando por isso, por que realmente parece briga de torcida.
    De qualquer forma, em relação a greve, concordo que quem quiser ir tem que ir mesmo. No entanto, formalmente, de acordo com a maior parte dos advogados que consultei (por conta da empresa), essa greve não é bem uma greve né, o que dá a oportunidade ao empregador de descontar o dia faltado de quem decidiu a aderir.
    Formalmente a greve só é válida, inclusive sem desconto do dia sem trabalho, se as reivindicações forem relacionadas ao que o empregador faz e com o acordo e votação da maior parte dos funcionários. Ou seja, se o empregador não aumentou o bônus, não dá vale alimentação, etc etc…
    No caso de categorias, como acontece com os bancários por exemplo, aí é diferente pois ali são definidas regras para o setor como um todo. Mas no caso dessa categoria eles definem regras iguais para todas as empresas do setor.
    Em uma empresa independente, do setor industrial, por exemplo, como a que eu trabalho, o dia de falta é descontado pois não houve assembléia interna com votação dos funcionários, e as reivindicações nada tem a ver com as atividades da empresa, benefícios, acordos e etc…
    Então basicamente, isso não é Greve. É uma manifestação em dia de trabalho. Que óbvio, as pessoas tem todo o direito de participarem se assim elas desejam, mas então elas faltarão no trabalho para tal com desconto no salário. É greve no caso dos servidores públicos que tem sindicatos unificados e tudo mais. Mas o que eu quero dizer é que não se pode considerar como uma Greve Geral, principalmente por que as empresas privadas de diversos setores não se encaixam nisso como expliquei acima.
    Mais do que isso, acho que o pessoal que fica criticando quem vai e dizendo que é um bando de vagabundo também meio que leva para o lado radical. No entanto, eu realmente não entendo por que em um mês super curto e difícil a manifestação não pode ocorrer em um final de semana! Sinceramente, eu fui em algumas das manifestações de domingo inclusive a última que teve na Paulista com muita gente contra eles aprovarem as 10 medidas alteradas contra a corrupção, e elas foram tão efetivas e populosas quanto essas que são feitas em dia de trabalho.
    Acho que fazer uma manifestação obrigando as pessoas a faltarem e amedrontando os outros para o fazerem que é o mais preocupante mesmo, pois de fato, toda manifestação é organizada por grupos mais politizados, mas os sindicatos tem uma postura muito agressiva que é apoiada por muita gente que vai nessas manifestações e que para mim são condenáveis.
    Concordo que em toda manifestação tem um ser humano desprezível que a gente tem vontade de socar ou pedindo a volta da ditadura ou dizendo que vai votar no Bolsonaro, ou, no caso de sexta, batendo em quem não quer participar e ameaçando de alguma forma. Mas ainda assim, acho que o público das manifestações nesse dia de Greve Geral aceita muito bem o fato de o sindicato ser praticamente criminoso com o dinheiro do trabalhador mais simples e humilde, e infelizmente não vi uma manifestação que fosse desmembrada dessa galera.
    Para terminar, pois falo muito (rsrs), também acho que fazer a manifestação de dia de semana é totalmente legitimo, mas também não entendo por que não fazer após o horário de trabalho. Ia atrapalhar do mesmo jeito, fazer barulho e tenho certeza que quem concorda com o que está sendo reivindicado ali iria. Não entendo, de verdade, o por que de punir empresas e pequenos empresários em um dia útil, sendo que boa parte desses também não concordam com determinados pontos que estão em ambas as reformas.
    É isso ju! 🙂
    beijos e boa semana para vocês.

    • Adorei seu comentário THE FACELESS BOOK. Muito sensato e pertinente.

  8. Julia, comenta a nova iniciativa dos jovens da Monarquia Inglesa, o Heads Together
    Viu os videos?
    Achei que mostraram uma faceta super humana dos principes!
    Comenta please!

  9. Muito bom o vídeo e concordo, precisamos estar nas ruas! Fazer barulho todos os dias, horas e locais.
    Mas escrevo para fazer um pedido:
    Júlia voltei a tricotar para reduzir o tempo que gasto navegando na Internet, principalmente nas redes sociais e tem dado certo… Já fiz pullover,cachecol e montei um pequeno grupo para fazermos gorros pras filhas usarem neste inverno. Gostei do tricô que está usando no vídeo e percebi que ela é estilo “caftan” muito simples ( praticamente um retângulo e a abertura para cabeça) mas com um efeito lindo! Só não entendi bem a manga, pacere que tem uma redução na diagonal… Será que rola uma foto? Muito agradecida!

  10. Oi Julia! Queria q vc comentasse sobre a nova série do netflix Cable Girls / Las Chicas del Cabo. Adorei as makes, figurinos e cabelos e acho que o tema é uma boa reflexão na timeline do avanço do feminismo. Um detalhe que me deixou curiosa é sobre a trilha sonora de entrada que não me parece daquela época, qual é sua opinião? Pois sei que vc tem boa bagagem musical. Grande bjo, adoro seu trabalho!

  11. Adorei a versão podcast!Consome pouca internet!! =D